terça-feira, 14 de agosto de 2012

Desentrelaço





Entrelaço as palavras
de cada dia
no sussurro dos seus próprios ecos
mais tarde
no silêncio da noite
liberto-as
em direcção às estrelas.

 13/8/2012

Florbela Ribeiro ©

Um comentário:

  1. O eco perdura a palavra até que ela bata no silêncio, depois é preciso, como a poeta diz, levar as palavras limpas, desentrelaçadas do eco, até às estrelas, à plenitude.
    Bom poema.

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