segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Retrospectiva Editorial 2024 - Sammis Reachers

 

 Como já é tradicional, há mais de uma década realizamos nossa retrospectiva "editorial" do ano, listando e rememorando tudo o que publicamos, e também onde fomos, enquanto autor, publicados.


Este foi um ano de menos publicações, ao menos se comparado com anos anteriores. Isso decorre de muitos motivos, mas o maior deles foi a publicação de um livro que vale por cinco: A imensa antologia Almanaque do Mobilizador Missionário, obra em que já vinha trabalhando há mais de ano, e que, em suas 1.100 páginas, reúne poemas, peças teatrais, ilustrações, dinâmicas e esboços de sermão sobre temas afeitos à obra missionária. O livro foi publicado no mês de julho. Um trabalho desta magnitude, a maior antologia dentre as quase cinquenta que já publiquei, realmente consome tempo, mente e alma de um cabra, além de alguma bufunfa ($$$), rs. Mas não se preocupe, ela é GRATUITA, para você ler, usar e compartilhar (faça isso!).

Baixe gratuitamente o seu Almanaque CLICANDO AQUI.


Outro motivo da "pequena" produção foi certamente minha dedicação à reta final de minha graduação em Biblioteconomia. Sim, agora seu editor, além de professor de Geografia e História, é também um bibliotecário! Um sonho antigo, ou fetiche de adolescente, agora realizado, pela misericórdia do bom Deus. 


O primeiro e-book/antologia do ano (saiu em março) foi O Aborto em Frases, Poemas e Reflexões, onde coligimos textos diversos sobre este tema, motivados tanto pela sua urgência e gravidade, quanto por percebermos uma lacuna editorial. 

O livro pode ser baixado gratuitamente pelo Google Drive, CLICANDO AQUI.


Em junho voltou à vida a Revista AMPLITUDE - Revista Cristã de Literatura e Artes, nascida em 2015. Em hiato desde 2019, a revista chegou ao seu quarto número, com 50 páginas dedicadas à arte cristã. Agora com ISSN e, esperamos, periodicidade (semestral) regular! Baixe gratuitamente o quarto número da revista, CLICANDO AQUI.


Em novembro, finalmente publiquei meu segundo volume de contos, Fabulário Índigo ( o primeiro, O Pequeno Livro dos Mortos, data de 2015). Reunindo contos escritos desde então, geralmente publicados em sites e blogs, alguns premiados em concursos e acolhidos em revistas literárias. São 204 páginas que congregam 31 contos. O livro, impresso em pequena tiragem, pode ser adquirido na modalidade impressa diretamente comigo (escreva para meu e-mail, sreachers@gmail.com). A versão em e-book pode ser adquirida na Amazon, AQUI.


Em 2018 havia publicado o e-book Poesia em 500 Citações, uma obra única em nossa língua, reunindo definições e reflexões de dezenas de autores sobre quatro temas ou eixos: A Poesia, o Poema, o Poeta e o Fazer Poético. Pois agora ampliei a edição, acrescentando outras 500 frases. Esta nova edição ampliada está disponível em versão impressa e eletrônica.

Caso você queira adquirir a versão impressa, a mesma está disponível no site da editora Uiclap, que imprime livros sob demanda. Veja AQUI.

E, se prefere o e-book, ele está na Amazon, AQUI.



Em dezembro saiu o doce As Mais Belas Frases de Natal, e-book gratuito reunindo (pouco mais de) 150 citações sobre esta data capital, e cujo sentido tem sido esvaziado ou deturpado à grande velocidade. Um e-book para ler e compartilhar.

Baixe o seu exemplar clicando AQUI.


Em abril o nosso fanzine, o depauperado Samizdat, ganhou uma nova edição, essa especial, dedicada à metapoesia. Você pode baixar o arquivo AQUI.


*   *   *   *

Quanto à minha produção autoral, este ano foi humílima, se resumindo a um punhado de poemas, umas duas crônicas e dois contos (produção menor que em anos recentes).

Ainda assim, em agosto obtive o segundo lugar nacional no prestigioso Concurso Paulo Setúbal de Literatura, promovido pela Prefeitura de Tatuí/SP, com o poema O Poeta, esse figura da linguagem. Com direito a troféu, diploma e uma providencial quantia em dinheiro. 

O mesmo poema obteve menção honrosa no 47º Concurso Literário Felippe D’Oliveira, este iniciativa da Prefeitura de Santa Maria/RS. Confira AQUI.

Assista ao vídeo da premiação e dramatização do poema, no Concurso Paulo Setúbal: 


E em 20 de dezembro, obtive o 4º lugar no 3º Concurso Literário Emídio de Souza, promovido pela Biblioteca Municipal Paulo Bonfim / Prefeitura de Itanhaém/SP, com o poema Ode à Biblioteca.


REVISTAS


Em setembro, passei a integrar o corpo de colaboradores da Revista Bulunga, tendo algumas de minhas crônicas e contos publicados na revista que une humor, literatura e atualidades. Editada por Michel Salomão, Bulunga conta em seus quadros com o escritor e poeta Jorge F. Isah, amigo de anos deste que vos escreve. A periodicidade da revista é mensal. Acesse o site e leia gratuitamente as edições de Bulunga: https://bulunga.com/


E falando em revistas, em outubro tivemos o nascimento da ótima revista De Higgs, focada em ficção científica e fantasia cristãs, e editada por Eduardo Nishitani e João Moreira. Neste primeiro número, tive a honra de comparecer como autor convidado, com um poema e trecho de meu romance, além de uma entrevista. Baixe a sua AQUI.


Estive presente também na Revista Muito Além dos Videogames, que objetiva falar do universo dos jogos eletrônicos sob uma perspectiva cristã (sem necessariamente ser maçante ou proselitista), onde colaboro como articulista e revisor.

Contribuí com resenha/artigo nas edições normais da revista, a #11, falando sobre os jogos dos G. I. Joe para NES, e a #12, com uma análise do game Hook, para arcades.


Por sinal, no tocante justamente a este meu passatempo de resenhar jogos antigos (há quem goste de pescar, mas eu infelizmente não suporto), alguns textos vieram à luz neste ano. Confira uma retrospectiva dos textos retrogamers publicados em meu blog de desocupações, o Azul Caudal, CLICANDO AQUI.


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O que 2025 nos reserva? Se o Senhor assim permitir, decerto teremos, já em janeiro, um novo número da Revista Amplitude.

Também, logo em inícios do ano, pretendo publicar um novo volume de poemas. Meu último livro poético foi o Cartas e Retornos, lá em 2021.

No tocante a antologias, sejam de interesse cristão ou "geral", há algumas em projeto, mas nada de vulto. E isso é bastante salutar: Compreendo que muito do devido, conforme percebi as necessidades temáticas, já foi suprido, realizado, e está disponibilizado para quantos tiverem interesse (e basta muitas vezes apenas isso, interesse, pois quase todas as antologias que já organizamos são gratuitas). No entanto, não há limites para o fazer livros, e seguimos à disposição dos ventos do Espírito que, acreditamos, têm nos guiado nos trabalhos durante essa jornada de já duas décadas. Assim, o amanhã está nas mãos seguras de Deus.

Aos amigos e irmãos rogamos que orem por nosso ministério literário e missionário, por graça, ânimo, sabedoria e criatividade em relação aos três focos ou o tripé sobre o qual o trabalho se baseia - mobilização missionária, promoção da literatura evangélica e elaboração de recursos evangelísticos. Ore por proteção, direção e bênção de Deus para mim e minha família, para que possamos seguir servindo a Cristo e aos que a Ele servem.

A Ele, hoje e sempre, seja dada a glória!


domingo, 5 de janeiro de 2025

Contra a melancolia, a olimpolia

 


Dia desses me ocorreu uma palavra inusitada. A língua tem disso, vai parindo palavras para abarcar o novo ou o antigo que precisava ser dito, ou dito melhor, ou dito em menos espaço. Pois o sonho de toda expressão é resumir-se em uma palavra, feito um alfabeto que “cresce” até virar ideograma. É de sua espécie, feito cobra trocando couro.

No caso que trazemos em questão, seria uma palavra para contrapor a melancolia. Afinal, que palavra contrapõe melancolia, a prostração melancólica, em nossa língua? Euforia? Não, deixe a euforia lá, descabelada e se divertindo com as amigas. A melancolia é mais profunda e resiliente, precisa de uma contraparte a seu molde. E eis olimpolia. Sim, de Olimpo, aquele monte grego, suposta morada de deuses ruins (humanos demais). Mas o sentido de solaridade que o termo Olimpo, olimpiano, e suas variantes derivativas como olímpico trazem, é incontornável. Assim, olimpolia seria aquele sentimento de positividade não-piegas, não tóxica (recentemente descobrimos: há toxidade na bobice demasiada, na bondade mimoseada em paramentos de vulnerabilidade). Olimpolia não é alegria, que é até mais pura, atávica, mas acabrunhada de fragilidades. É uma virtude a ser mantida conscientemente, sustentada, um ethos exercitável.

Sejamos cristalinos: Olimpolia é um otimismo despido das frescuras (opa, um termo quase proscrito por aí).

Um estoicismo que sorri. Sim, pois menos resignado, um ponto menos grave.

Uma euforia disfórica.

Nietzsche, louco ou antes de enlouquecer, falava de vontade de potência. Olimpolia seria exercício de potência, e sua contrita, mas firme celebração.

A skatista que perde o ouro, mas sorri feliz, exulta até (exulta: exatamente aqui está a olimpolia), com o acerto da adversária/colega. Jovem, mas senhora de si, do que é maior, plena das/nas coisas mais importantes. Derrotada, mas senhora de uma outra vitória, difundida na amplitude.

Como poeta, acreditei sempre que há palavras escondidas dentro da luz: Olimpolia é uma das que precisamos. Seja bem-vinda.

 

Sammis Reachers


A Porta, poema de Simone Weil

 


A porta

Este mundo é a porta fechada. É uma barreira, e ao mesmo tempo é a passagem.
Simone Weil. Cadernos, t. III, p. 121.

Abram-nos, então, a porta e veremos os pomares,

Nós beberemos sua água fria onde a lua deixou seu rastro.

O longo caminho queima, inimigo dos estrangeiros.

Nós andamos a esmo sem saber e não encontramos lugar algum.

Queremos ver as flores. Aqui a sede se abate sobre nós. 

Aguardando e sofrendo, eis que nos encontramos diante da porta.

Se for preciso, quebraremos essa porta com nossos golpes.

Pressionamos e empurramos, mas a barreira é forte demais.

É preciso definhar, aguardar e olhar de maneira vã.

Olhamos a porta; ela está fechada, inabalável.

Fixamos nela nosso olhar; choramos sob a tormenta;

Continuamos a vê-la; o peso do tempo nos faz esmorecer.

A porta está diante de nós; de que nos serve querer?

É melhor partirmos, abandonando a esperança.

Jamais entraremos. Estamos cansados de vê-la...

A porta, ao abrir-se, deixou passar tanto silêncio.

Que nem os pomares apareceram, nem flor alguma;

Apenas o espaço imenso onde estão o vazio e a luz

Tornou-se repentinamente presente, de lado a lado, enchendo o coração,

E lavou os olhos quase cegos sob a poeira.


Do livro Pensamentos desordenados sobre o amor de Deus (Vozes, 2020).



sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Edição de dezembro da Revista Bulunga - e sorteio de livros

 


A nova edição da revista Bulunga já está no ar, divertida, provocante, atiçada contra o marasmo e a maresia. Eu compareço com três contos. Confira ainda resenha de meu romance A Ordem Luterana da Cruz Combatente, e um sorteio de um exemplar deste e também de meu último livro, Fabulário Índigo. Inscreva-se e concorra!




segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

O NATAL DE CRISTO, poema de Almeida Garrett

 


O NATAL DE CRISTO

 

Verbe incréé, source féconde

De justice et de liberté!

Parole qui guéris le monde.

Rayon vivant de vérité!

De Lamartine, Harm.

 

I

O César disse do alto do seu trono:

“Pereça a liberdade!

Quero contar es homens que há na Terra.

Que é minha a humanidade:”

E, cabeça a cabeça, como reses,

As gentes são contadas.

Procônsules e reis fazem resenha

Das escravas manadas.

Para mandar a seu senhor de todos

Que, um pé na Águia romana.

Com o outro oprime o mundo,

A isto chegara a vil progênie humana.


II

E era noite em Belém, cidade ilustre

Da vencida Judeia.

Que a domada cabeça já não cinge

Com a palma idumeia:

Dois aflitos o pobres peregrines

Cansados vêm chegando

Aos tristes muros, a cumprir do César

O imperioso bando...

Tarde chegaram já não há poisadas.

Que importa que eles venham

Da estirpe de Jessé, e o sangue régio

Em suas veias tenham?

Na geral servidão só uma avulta

Distinção – a riqueza;

Na corrupção geral só uma avilta

Degradação – pobreza.

Os filhos de David foram coitar-se

No presepe entre o gado,

E dos animais brutos receberam

Amparo e gasalhado.

 

III

E ali nasceu Jesus... ali a eterna,

Imensa Majestade

Apareceu no mundo, – ali começa

A nova liberdade.

Cantam-na os anjos que no Céu pregoam

Glória a Deus nas alturas,

E paz na Terra aos homens! –

Paz e glória, Promessas tão seguras

Do Céu à Terra nesta noite santa,

O que é feito de vós?

Jesus, filho de Deus, que ali vieste

Humanar-Te por nós,

Tu que mandaste os coros dos Teus anjos

Aos humildes pastores

Que dormiam na serra – ao pobre, ao poio,

Primeiro que aos senhores.

Que aos sábios e que aos reis, Te revelaste –

Oh! que é delas, Senhor,

Que é das Tuas promessas? Resgatados,

Divino Salvador.

Do antigo cativeiro não seriam

Os homens que fizeste

Livres co sopro Teu, quando os criaste,

Livres, quando nasceste.

Livres pelo Evangelho de verdade

Que em Tua Lei lhes deste.

Livres enfim, pelo Teu sangue puro

Que por eles verteste

Do alto da Cruz, no Gólgota de infâmia

Em que por nós morreste?


IV

Vê, ó filho de Deus! quase passados

Dois milênios já são

Que, esta noite, em Belém principiava

Tua longa paixão;

E o édito do César inda impera

No mundo avassalado.

Os Césares, seu trono – e quantos tronos!

Têm caído prostrados...

Embalde! – as leis iníquas, que destroem

A santa liberdade

Que nesta pia noite anunciaste

A opressa humanidade,

Essas estão em pé. Será que o pacto,

Será que o testamento

Celebrado na Cruz Tu quebrarias.

Senhor, no etéreo assento?...


V

Não, meu Deus, não: eterna é a Palavra,

Eterno é o Verbo Teu

Que, antes do ser dos séculos, nos deste,

Que o mundo recebeu

Nesta noite solene e sacrossanta.

Nós, nós é que o quebramos.

Nós, sim, o novo pacto e juramento

Sacrílegos violamos;

Esaús de Evangelho, nós vendemos,

Com torpe necedade,

Por apetites sórdidos, a herança

Da glória e liberdade,

Por isso os reis da Terra inda nos contam

Escravos, às manadas;

Por isso, em vão, do jugo sacudimos

As cervizes chagadas.

Porque não temos fé, não temos crença,

E a Cruz abandonamos.

Donde somente está, só vem, só fulge

A luz que procuramos.

E os vãos sabedores, esses magos

Que a vaidade cegou.

Não olham para o céu, não vêem a estrela

Que hoje era Belém raiou.


184....


Do livro Flores Sem Fruto (org. de Iba Mendes).


sábado, 14 de dezembro de 2024

O poeta, esse “figura” da linguagem - Um poema para aprender figuras de linguagem

 



Poeta já nasce metáfora: nem é homem, é bruma

Detesta comparação: sua carne é tal como purpurina

Casa antíteses, juiz de paz de terra e céu

Dispara metonímias lendo Drummond e Gullar

Mata catacreses ao dar nome ao que não o tem:

Braço de sofá vira espuvelo, assim, na caraça

Celebra paradoxos, esses desconstrutores criativos:

Como encher de vazio um balão vazio?

Faz tudo dialogar em prosopopeias, a caneta chora, o chapéu gargalha

É bicho todo trabalhado na sinestesia: degusta a paisagem, ouve seus aromas

Radical, rima o rumo dos versos em aliteração

É um babaquara da assonância, um papa-vatapá

Desafios opera o poeta em hipérbatos

Faz rir nas onomatopeias, feito garnizé cocoricó

Desce pra baixo do mar molhado em seu submarino, o pleonasmo

É polissíndeto: É alegre e loquaz e terno e carmim

Mas tem lá seus momentos assíndetos: solitário, introvertido, fujão

Viaja em anáforas: se eu voasse, se eu pudesse, se eu sonhasse, se...

“Quero morrer de tanto versejar”, vocifera, hiperbólico

“Ou bater as botas de mui cantar”, solfeja em eufemismo e preciosismo

Dias há em que escreve com a delicadeza de uma mula (opa, contém ironia!)

Outros em que lança os versos pela janela com um lacônico “Que tédio!” em apóstrofe

Nesse jogo de encanta e cansa, o bardo executa sua dança

E nos diverte com sua graça, humano que é, esse figuraça...

 

Criei este poema para ajudar estudantes – do aluno do Fundamental ao concurseiro – a aprender se divertindo e, claro, para ajudar também a professores. Se você curtiu, compartilhe o poema para que ele possa divertir a mais necessitados!


Este poema obteve o segundo lugar nacional no Concurso Paulo Setúbal de Literatura 2024 (Tatuí - SP). Obteve ainda menção honrosa no 47º Concurso Literário Felippe D’Oliveira (Santa Maria - RS).

Assista ao vídeo da premiação e dramatização do poema, no Concurso Paulo Setúbal:




segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

As Mais Belas Frases de Natal - Baixe o e-book gratuito

 


Apesar de toda a bagagem científica e filosófica acumulada, guerras seguem seu curso, volumosas ou restritas, envolvendo grandes e pequenas nações. A crise climática, até há pouco tempo contestada por negacionistas, lança seu horror nos quatro cantos da Terra, com duras consequências – principalmente para os mais pobres. A ameaça de novas pandemias paira, sombria, sobre todos os habitantes desta fragmentada aldeia global.

O mundo suspira, e tem feito suspirar já há tanto... As pessoas clamam por um alívio e mais, uma solução, uma explicação e sentido para o transcurso das coisas, um sentido ou porquê para seus dramas pessoais e os dramas da espécie.

Em meio a esse turbilhão de problemas e questionamentos, o Natal é um refrigério, um momento de reequilíbrio de forças e afetos, de re-união e alegria.

No entanto, o Natal tem tido seu sentido diluído pela liquidez consumista, pelo imediatismo e pelo secularismo que crescem e, em sua sanha, têm regulado por baixo as sociedades, robotizando ações e corações. Mas o Natal é fundamentalmente a festa da esperança, e esperançar é resistir.

Aqui, coligidas dos mais diversos autores, reunimos frases de luz, alegria e sabedoria sobre esta data que congrega a todos nós, em maior ou menor grau, na busca de um conforto, uma trégua de paz, memória e acolhimento.

Leia e compartilhe estas frases e este e-book, que é gratuito, com seus parentes, amigos e inimigos, se tiver algum. Sim, celebrar o Natal é celebrar a trégua e o perdão, a vida e o renovo.

 

BAIXE O E-BOOK PELO GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.


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