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domingo, 2 de dezembro de 2018

POESIA EM 500 CITAÇÕES: Algumas das melhores definições e reflexões de todos os tempos sobre a poesia e o poema, o poeta e o fazer poético - Livro gratuito


  


   Além de poeta, esse mal menor, tenho há mais de uma década sido editor de poesia. Ao longo do tempo, vez por outra fui indagado por poetas, sejam iniciados, iniciantes e outros que sequer deram o primeiro verso, mas, temerosos, soltavam questionamentos em busca de rumos e indicações que lhes permitissem o ingresso nessa Pasárgada Total que é a Poesia:

O que é a poesia? O poema? E o poeta?

        Um dos motes para a realização desta antologia de citações é esse: Ofertar, num golpe único, algumas das melhores definições e reflexões sobre o que é a poesia e o poema, o poeta e o fazer poético. Assim poetas, o almirantado, mas também marujos vários: críticos, filósofos, santos e bunda-lêlês aqui estão vaticinando suas assertivas, algumas delas realmente extraordinárias, é preciso dizer. E ainda descemos aos últimos porões do léxico: São 17 os dicionários consultados pelo verbete poesia.
        Um livro de graça. O trigésimo? Após quase vinte antologias poéticas, uma (meta)antologia em prosa sobre a poesia em si, em dó, em lá de bem dalém do Bojador. Sim. Mais uma estrofe quixotesca de meu trabalho de pichador de muros e promotor literário, editor e antologista  de poesia primeiramente. Sei que essa faina frágil, robinhoodiana de piratear sintagmas no Mar dos Ingratos há de me render um dia não a forca mas homenagem  uma estátua, construto de fumaça, na mais imaginarinútil de todas as ilhas do Atol de Utopia. Que seja. Queimo minha nau pelo prazer da ardência e o torpor da fumaça: sou um multiplicador de embriagados. Apesar da ingratidão dos homens e das musas, tudo que sei é esse navegar. Nunca prestei pra mais nada na vida, e para essa ardência em águas me conservou o Deus.
        Bem-vindo a bordo da nau incendiada, marujo. Queime seus pés no tombadilho ardente, produza ar quente para insuflar o que restam das velas e o que você tenha de asas. E encontre, ao tombar o horizonte, aquilo que busca.

Sammis Reachers 

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domingo, 21 de outubro de 2018

O Livro e o Prazer da Leitura em 400 Citações - Um livro capital


O livro é a porta para o que é o homem, o que é humano. É o testemunho máximo de nossa história e evolução, raízes e anseios – e nosso alcance. Faltam-nos palavras para descrever o livro. Bem, este é justamente um dos motivos desse livro sobre o livro (e sobre a leitura): coligir reflexões as mais diversas sobre o nosso amigo de todas as horas, bem como sobre o prazer que a leitura proporciona, oriundas de autores, tempos e culturas os mais variados.
A reflexão sobre o livro e o incessante e multiforme incentivo à leitura precisam estar na base, no “chão” da cultura, para que o edifício se erga e sustenha. Afinal, o livro é o objeto cultural elementar.
Pais e educadores, leitores e escritores, livreiros, editores, políticos, jornalistas – profissionais e amantes do livro e qualquer um preocupado com os destinos da educação e do próprio país encontrarão aqui um ferramental de boa e urgente reflexão. “Munições” para lembrarmos, celebrarmos e promovermos a cada dia mais a Sua Excelência, o Livro.

Sammis Reachers

O livro encontra-se à venda apenas pela livraria AMAZON. Você pode adquirir o seu clicando AQUI.

domingo, 5 de agosto de 2018

ÁRVORE Uma Antologia Poética - Livro gratuito


        


        O termo grego ανθολογία (antologia), significa “coleção ou ramalhete de flores”. Daí o latim florilegium. O termo florilégio encaixa-se bem ao presente trabalho, onde procurou-se coligir poemas sobre a árvore, esse centro e pilar da hera.
        E foi sorvendo de outas antologias, e ainda de livros individuais, revistas e websites, que coligimos aqui este singelo ramalhete de poemas sobre a árvore. Adicionamos ao volume uma pequena seleção de frases sobre o tema, e, em arremate, publicamos o texto integral (vertida sua grafia ao português hodierno) do poema A Destruição das Florestas, do múltiplo Manuel de Araújo Porto-Alegre (1806 – 1879). O poema, que veio à luz em 1845, é um significativo e precoce exemplo de consciência ambiental em nossa literatura.
        Uma antologia temática é uma chance sempre de a poesia penetrar em espaços outros que não os estritamente circunscritos aos apreciadores de poesia. Como antologista, confesso que prefiro, por motivos óbvios, trabalhar com temas ainda não contemplados, os quais infelizmente são muitos em nossa língua. Já assim fizemos em trabalhos como Segunda Guerra Mundial – Uma Antologia Poética; Breve Antologia da Poesia Cristã Universal e Amor, Esperança e Fé – Uma Antologia de Citações, só para citar alguns trabalhos. Assim, qual a vantagem (ou vantagens) de debruçarmo-nos, agora, sobre uma outra antologia da árvore, já que nossa literatura possui obras neste viés? Acreditamos em algumas. A primeira, é de ordem da amplitude espaço-temporal: a coleta de um número significativo de textos, abarcando autores, se em sua maioria brasileiros ou lusos, também de outras literaturas do globo, e alguns deles de produção posterior às seletas precedentes; a segunda, por suprimento de lacuna, visto que os predecessores são livros esgotados já de há boas décadas; e, por fim, nossa motivação principal: a democratização do conhecimento proporcionada por um livro que já nasce eletrônico e gratuito, o que permite um acesso fácil, amplo e permanente ao seu conteúdo. Afinal, em tempos em que “Meio Ambiente” alcançou o status de tema transversal a perpassar o ensino de todas as disciplinas escolares, auxiliar educadores em seu esforço para incutir o reconhecimento e a valorização deste ser áulico e basilar da Natureza, a árvore, naqueles corações sob sua jurisdição, torna-se nosso objetivo mais urgente.
        Além do elogio da árvore, presta-se aqui uma homenagem a nossos poetas de agora e de ontem, e de certa forma um serviço à literatura lusófona, pois toda antologia literária é antes de tudo isso - um serviço prestado a uma literatura e ao universo de seus usuários.
        Este é um livro gratuito. Como amante das árvores e da literatura, como professor e como antologista, é um prazer ofertar este livro a todos, com votos de que ele possa ser compartilhado livremente, para que alcance os fins a que se propõe.
                               
Sammis Reachers

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Educação em 365 frases - Livro gratuito


A EDUCAÇÃO em 365 frases - Algumas das melhores definições 
e reflexões sobre a Educação de todos os tempos. 

Desde muito antes de Comenius e Herbart, “pais fundadores” das modernas didática e pedagogia, retrocedendo aos gregos e indo além, a educação ocupa importante papel na preocupação humana. Nascidos os mais impotentes e dependentes dos mamíferos, não é senão através de abnegado cuidado e instrução que aprendemos a ser e estar em nossa condição de seres sociais.
Vivemos num mundo onde o conhecimento, e logo a educação, assume definitivamente a posição preeminente no escopo dos anseios e objetivos humanos, adquirindo sua talvez maior valorização e democratização ao longo de toda a nossa história. No Brasil, mais e mais pessoas têm acesso ao ensino superior, e o principal: consciência de sua importância, e consciência de que é possível, independentemente de sua classe econômica e faixa etária, ter acesso e ter sucesso.
Este breve livro reúne uma seleção de definições e reflexões sobre a Educação, conforme o entendimento de autores e pensadores os mais diversificados; afinal já dizia Salomão em seus Provérbios: “Na multidão de conselhos há sabedoria”. Sim, damos voz a gregos e troianos: se a unanimidade não é burra, como dizia Nelson Rodrigues, ao menos é uma companhia que merece suspeita. E uma antologia de frases é assim, tece sua colcha de um mostruário de opiniões díspares, uma coleção de alteridades que a enriquecem.
Ao mesclarmos reflexões sobre a educação, o ato de educar(-se), o educador, a escola, nosso objetivo é prover conteúdo para a reflexão de educadores de todas as vertentes, e também para estudantes, pais, filhos e a qualquer interessado neste tema capital.
Como professor, minha esperança é, aqui neste livrinho e em tudo o mais, inspirar a quem aprende e inspirar a quem ensina, para que todos cheguem juntos à certeza de que ambos são na verdade um só, avançando numa mesma e única estrada.
Que este seja um porto propício e benfazejo para onde você sempre possa retornar, em busca de inspiração e renovo: este é nosso maior anseio e nossa recompensa, amigo(a) leitor(a).
No mais, este é um recurso gratuito; compartilhe-o livremente com seus contatos – seus alunos, professores, companheiros de vida e caminhada.
                                     

Sammis Reachers, organizador

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Antologia de poemas da Segunda Guerra Mundial em livro gratuito


Sofro da estranha mania de organizar antologias.  Já são mais de dez. Some-se a esse furor antologista meu fascínio pela Segunda Guerra Mundial, fixação de infância, sendo mesmo anterior ao meu interesse pela literatura, e que ao longo dos anos nunca arrefeceu.
     Eis esboçado então o cenário para que eu volte à carga em minha maltrapilha sina de tapa-buracos das mal a(r)madas estantes de poesia: a esta altura do ano da graça de 2014, decorridos 69 anos do fim do maior conflito bélico e da maior exibição de atrocidades que a humanidade já vivenciou, não lhe parece, amigo leitor, de espantar que não exista uma antologia de poetas ou poemas da Segunda Guerra em nossa bibliografia lusófona, neste caso mais culposa e especificamente na brasileira (pois afinal Portugal manteve-se ‘neutro’ no conflito)? Tal lacuna sempre me pareceu digna de nota. Nos EUA tais antologias de guerra são comuns – você poderá contar com umas duas dezenas delas, de variados alcances e focalizações editoriais.
     Busquei coligir para esta seleta apenas poemas de autores contemporâneos ao conflito, e de países diretamente envolvidos na guerra. Sejam war poets “clássicos” (soldados-poetas que participaram em algum momento da guerra, engajados em exércitos regulares), sejam vítimas (população de países subjugados, judeus e minorias étnicas, críticos e inimigos ideológicos do regime), sejam partisans e combatentes das resistências que pululavam nas mais diversas frentes do conflito. E também o que se poderia chamar de poetas expectadores, que, embora nativos de países envolvidos na guerra, apenas a acompanharam pelos canais noticiosos, caso de alguns poetas dos EUA e de outros países americanos, como o chileno Pablo Neruda e brasileiros como Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes e outros.
Esta é uma antologia breve – são apenas 134 páginas, mas que oferecem um significativo panorama de grande valor literário e histórico da riquíssima poesia produzida no período da SGM, ao abarcar em suas páginas grandes poetas de 17 diferentes nacionalidades.

Autores antologiados:
Bertolt Brecht (ALE) - Abgar Renault (BRA) - Carlos Drummond de Andrade (BRA) - Cecília Meireles (BRA) - Murilo Mendes (BRA) - Vinícius de Moraes (BRA) - Pablo Neruda (CHI) - Ivan Goran Kovacic (CRO) - Vladimir Nazor (CRO) - Archibald MacLeish (EUA) - Dudley Randall (EUA) - John Ciardi (EUA) - Karl Shapiro (EUA) - Randall Jarell (EUA) - Stanley Kunitz (EUA) - T. S. Eliot (EUA/ING) - Louis Aragon (FRA) - Paul Eluárd (FRA) - Pierre Emmanuel (FRA) - René Char (FRA) - Giorgos Seferis (GRE) - Odisséas Elýtis (GRE) - Tasos Leivaditis (GRE) - Gerrit Kouwenaar (HOL) - Jan Campert (HOL) - Gyula Illyés (HUN) - István Vas (HUN) - János Pilinszky (HUN) - Miklós Radnóti (HUN) - Dylan Thomas (ING) - Edith Sitwell (ING) - Keith Douglas (ING) - W.H. Auden (ING/EUA) - Giuseppe Ungareti (ITA) - Primo Levi (ITA) - Salvatore Quasímodo (ITA) - Sadako Kurihara (JAP) - Tamiki Hara (JAP) - Hirsh Glick (LIT) - Czeslaw Milosz (POL) - Zbigniew Herbert (POL) - Paul Celan (ROM) – Jaroslav Seifert (TCH) - Margarita Aliguer (URSS) - Marina Tzvietáieva (URSS) - Mikhaíl Dúdine (URSS) - Olga Fiódorovna Bierggólts (URSS) - Pável Antokólski (URSS) - Siemión Gudzenko (URSS)

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Buscando manter-me fiel ao meu princípio de produzir e disponibilizar bons livros, sempre gratuitamente, galgo mais um degrau em minha quixotesca empresa, mas ciente das dificuldades de divulgação que um trabalho de outsider assim encontra, principalmente através dos canais estabelecidos. Por isso, conto com cada um de vocês, leitores desta obra, para divulgá-la, republicá-la e passá-la adiante. A cultura é uma ação: precisa de agentes. Colabore!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Antologia A Poesia do Natal - Poemas natalinos dos melhores poetas evangélicos



Poetas Evangélicos de ontem e de hoje
escrevem sobre o Natal de Jesus Cristo

Já desde inícios do século XX que o Natal, onde a cristandade comemora o nascimento epifânico de Jesus Cristo, vem perdendo seu caráter sagrado ou religioso para ganhar paulatinamente as cores baratas do consumismo e da secularização, esvaziamento este algumas vezes configurado na personagem ‘Papai Noel’, e também em toda a ritualística de glutonarias e bebedeira que a cada ano se repete.

Em tal clima de crescente alienação, é com imenso prazer que ofertamos ao leitor esta antologia de poemas natalinos. Os poemas aqui coligidos são um chamado ao louvor e à adoração, e à contemplação do verdadeiro espírito do Natal. E também, em alguns de seus melhores momentos, à reflexão crítica sobre este viés secularista que as comemorações natalinas têm assumido, mesmo entre os ditos cristãos.

Estão aqui presentes os nomes exponenciais de nossa poesia evangélica, nomes tais como Mário Barreto França, Myrtes Mathias, Gióia Júnior, Stela Câmara Dubois, Joanyr de Oliveira e outros, ao lado de excelentes poetas cuja obra tem sido olvidada, caso de um Jorge Buarque Lira, um Benjamin Moraes Filho, um Gilberto Maia, entre diversos outros bons exemplos.

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Apresentação do livro, pelo poeta e pastor Josué Ebenézer

SERÁ SEMPRE NATAL...

Ao terminar a leitura do belo trabalho de Sammis Reachers sobre o Natal, não pude deixar de relembrar natais passados, que a memória do tempo sempre se encarrega de fazer retornar emoções, sentimentos, ideais e celebrações eternizadas para sempre no coração crente e na derme fremente de quem se emociona fácil com as epifanias natalinas do Salvador.

Sammis é um jovem embebido pela poesia que - como bom historiador e jornalista que vasculha o passado para tornar o presente mais interessante - não se cansa de promover o resgate da poesia evangélica seja ela pátria ou de origem lusa, com o fito de promover entre as gerações mais jovens o Belo que adorna as letras e também o Perfeito que enfeita o espírito.

Com certeza o futuro há de prestar homenagem a este jovem que luta contra a corrente do descaso poético e literário para suprir lacunas que a imprensa tradicional deixa subsistir por conta dos ditames mercadológicos da vida livresca nacional. Foi o que ouvi certa feita de um editor ao falar da necessidade de novas edições de velhos poetas famosos e da publicação de novos poetas emergentes: os jovens não gostam mais de poesia!

É jovem o organizador desta Antologia e ele sabe que os jovens continuam a gostar de poesia, por que seus corações amantes continuam a olhar para a Lua, a tremerem no alvorecer do amor em seus corpos moços, a serem impactados pela Luz de Deus e a sonharem com o Amanhã.

Este trabalho aproxima-nos da realidade do Natal de Cristo, aquece corações fervorosos, faz pensar as mentes inquietas com as realidades sociais indesejadas e faz sorrir lábios que se abrem em louvor sempre que seus corações agradecem ao Pai a doação do Filho para fazer a trajetória da Manjedoura ao Calvário e assim nos abrir o Portal da Eternidade.

Para quem ama a Deus, se entrega ao Cristo, possui coração amante e vive e festeja o verdadeiro Natal, será sempre Natal. Sammis Reachers nos ajuda a ter sempre perto de nós este Natal que vale a pena, este Natal que alimenta os corações adoradores dos servos de Deus.

Delicie-se com estas linhas e seja inspirado com o que de melhor poetas cristãos têm traduzido acerca do Natal de Cristo.


Josué Ebenézer de Sousa Soares
Poeta, jornalista, pastor batista
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